Renascença ou Fascinator

Minha filhota casou em setembro do ano passado. O casamento foi à tarde na linda Oficina do Brennand, no Recife. A capela da Oficina é bem rústica, rodeada de mata atlântica. Muito verde, muita arte. O projeto é de Paulo Mendes da Rocha.

Para a ocasião, comprei este fascinator* ou casquete* ( as definições estão abaixo, pois se confundem) em Nova York, no East Village. Fiquei fascinada com a lojinha charmosa da Barbara Feinman, parecia que estava vivendo um episódio de Sex and the City. Ela mesma quem cria as peças.

Queria também colocar algo no vestido, de cor caménerè, para quebrar um pouco o escuro da cor, mas vi que teria que decidir em apenas um acessório, do contrário pareceria uma dama do séc XIX saída de um romance. O facinator prevaleceu, então deixei a bela gola/colar, criação do estilista alagoano Marcus Telles, para usar em outras ocasiões.

Gola

Gola de Renascença de Marcus Telles

Vão as definições, para quem tem dúvidas, do que é Fascinator e e Casquete.

Fascinator– Tecnicamente é apenas um adorno de cabelos feito de plumas, penas e pedrarias. É comumente confundido com casquete, mas a diferença está justamente no material. Pode ser usado de dia e de noite.

Casquete– Criado na déc de 40, pós-guerra, algumas vezes é confundido com o fascinator. Ele é um pequeno chapéu, sem abas, redondo ou oval, estruturado e geralmente usado na lateral da cabeça. É mais comumente usado à noite.

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